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Arquitetura EMS/PMS em sistemas energéticos industriais: como projetá-la corretamente

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Em sistemas industriais complexos, a energia deixa de ser um recurso passivo e passa a ser uma variável operacional que deve ser gerenciada em tempo real. Quando uma instalação combina múltiplas fontes de energia, geração própria e cargas variáveis, o sistema elétrico deixa de operar de forma isolada. Ele necessita de uma arquitetura EMS/PMS capaz de:

  • Coordenar geração e demanda.
  • Garantir estabilidade elétrica.
  • Otimizar o uso dos recursos energéticos.
  • Adaptar-se dinamicamente às condições operacionais.

Nesse contexto, os sistemas EMS (Energy Management System) e PMS (Power Management System) permitem estruturar a automação energética de forma integrada.

Quando uma operação precisa de um sistema EMS/PMS

Nem todas as instalações exigem esse nível de complexidade. Um sistema EMS/PMS torna-se necessário quando existem condições como:

  • Geração própria (diesel, gás ou biocombustível).
  • Múltiplas fontes de energia.
  • Variabilidade significativa de carga.
  • Requisitos de continuidade operacional.
  • Impacto relevante do custo da energia.

Nesses cenários, a operação energética deixa de ser um problema elétrico e passa a ser um problema de controle e integração.

Arquitetura EMS/PMS: camadas do sistema energético

Um sistema EMS/PMS não é um equipamento isolado, mas sim uma arquitetura composta por múltiplas camadas funcionais, cada uma com um papel específico dentro do sistema energético.

Camada de campo: fontes e cargas energéticas

É a camada onde estão os equipamentos físicos que geram, transformam ou consomem energia:

  • Geradores a diesel ou gás.
  • Motores industriais.
    Inversores.
    Sistemas de armazenamento (BESS).
    Cargas elétricas.
    Nesta camada são definidas as condições reais do sistema: potência disponível, dinâmica de operação e variabilidade da demanda.
    Camada de controle local: execução operacional
    Esta camada executa a lógica de controle sobre os equipamentos de campo. Inclui:
    Controladores de motores.
    Controladores de grupos geradores.
    Controladores de rede e proteções.
    Controladores de sistemas de armazenamento (BESS).
    Controle de geração fotovoltaica.
    Sua função é traduzir as decisões do sistema em ações operacionais concretas:
    Partida e parada de equipamentos.
    Regulação de velocidade.
    Controle de potência.
    Proteção contra condições anormais.
  • Inversores.
  • Sistemas de armazenamento (BESS).
    Cargas elétricas.
    Nesta camada são definidas as condições reais do sistema: potência disponível, dinâmica de operação e variabilidade da demanda.
    Camada de controle local: execução operacional
    Esta camada executa a lógica de controle sobre os equipamentos de campo. Inclui:
    Controladores de motores.
    Controladores de grupos geradores.
    Controladores de rede e proteções.
    Controladores de sistemas de armazenamento (BESS).
    Controle de geração fotovoltaica.
    Sua função é traduzir as decisões do sistema em ações operacionais concretas:
    Partida e parada de equipamentos.
    Regulação de velocidade.
    Controle de potência.
    Proteção contra condições anormais.
  • Cargas elétricas.
    Nesta camada são definidas as condições reais do sistema: potência disponível, dinâmica de operação e variabilidade da demanda.
    Camada de controle local: execução operacional
    Esta camada executa a lógica de controle sobre os equipamentos de campo. Inclui:
    Controladores de motores.
    Controladores de grupos geradores.
    Controladores de rede e proteções.
    Controladores de sistemas de armazenamento (BESS).
    Controle de geração fotovoltaica.
    Sua função é traduzir as decisões do sistema em ações operacionais concretas:
    Partida e parada de equipamentos.
    Regulação de velocidade.
    Controle de potência.
    Proteção contra condições anormais.

Nesta camada são definidas as condições reais do sistema: potência disponível, dinâmica de operação e variabilidade da demanda.

Camada de controle local: execução operacional

Esta camada executa a lógica de controle sobre os equipamentos de campo. Inclui:

Sua função é traduzir as decisões do sistema em ações operacionais concretas:

  • Partida e parada de equipamentos.
  • Regulação de velocidade.
  • Controle de potência.
  • Proteção contra condições anormais.

Camada PMS: estabilidade e controle elétrico

O PMS é responsável pelo comportamento elétrico do sistema.

Suas principais funções incluem:

  • Sincronização de geradores.
    Compartilhamento de carga (load sharing).
    Controle de frequência e tensão.
    Transferências automáticas.
    O PMS garante estabilidade diante de mudanças de carga ou disponibilidade de geração.
    Explore mais sobre as soluções da Servintel para controle de energia crítica, controle de geradores standby e prime e soluções de controle escaláveis.
  • Compartilhamento de carga (load sharing).
  • Controle de frequência e tensão.
  • Transferências automáticas.

O PMS garante estabilidade diante de mudanças de carga ou disponibilidade de geração.

Explore mais sobre as soluções da Servintel para controle de energia crítica, controle de geradores standby e prime e soluções de controle escaláveis.

Camada EMS: decisão energética

O EMS opera em um nível superior ao PMS.

Ele define a estratégia energética do sistema:
Priorização de fontes.
Otimização em função do custo.
Gestão do balanço energético.
Redução do uso de combustíveis.
Saiba mais sobre a gestão de microrredes híbridas.
Camada de supervisão: visibilidade e análise
Permite visualizar, registrar e analisar o comportamento do sistema.
Inclui:
SCADA.
Monitoramento remoto.
Históricos de operação.
Alarmes e eventos.
Mais sobre: monitoramento na nuvem ou local.

  • Priorização de fontes.
  • Otimização em função do custo.
  • Gestão do balanço energético.
  • Redução do uso de combustíveis.

Saiba mais sobre a gestão de microrredes híbridas.

Camada de supervisão: visibilidade e análise
Permite visualizar, registrar e analisar o comportamento do sistema.
Inclui:
SCADA.
Monitoramento remoto.
Históricos de operação.
Alarmes e eventos.
Mais sobre: monitoramento na nuvem ou local.

Permite visualizar, registrar e analisar o comportamento do sistema.

Inclui:

  • SCADA
  • Monitoramento remoto
  • Históricos de operação.
  • Alarmes e eventos.

Mais sobre: monitoramento na nuvem ou local.

Como EMS e PMS interagem na operação real

Arquitetura EMS PMS

A interação entre EMS e PMS é o núcleo da automação energética.

Enquanto o PMS garante a estabilidade elétrica, o EMS define a estratégia.

Exemplo de lógica operacional

Em uma instalação com geração híbrida:

  • Se houver energia renovável disponível → o EMS a prioriza.
  • Se a geração não for suficiente → o PMS aciona um gerador.
  • Se a demanda aumentar → o PMS sincroniza um segundo gerador.
  • Se a carga diminuir → o EMS reduz a geração ativa.
  • Se as condições econômicas mudarem → o EMS ajusta a estratégia.

Isso permite uma operação dinâmica baseada em condições reais.

Integração com infraestrutura existente

Um dos principais desafios é trabalhar sobre instalações já em operação.

A automação energética deve integrar-se com:

  • Equipamentos novos.
  • Equipamentos legados.
  • Sistemas sem controle digital.
  • Infraestrutura existente.
    Isso requer:
    Interfaces de comunicação.
    Adaptação de sinais.
    Integração progressiva.
    Um dos pontos fortes da arquitetura EMS/PMS é a possibilidade de incorporar camadas de controle e gestão energética sobre uma infraestrutura já operacional, integrando equipamentos existentes sem exigir sua substituição.
    Saiba como a eficiência energética é medida e aprimorada.

Isso requer:

  • Interfaces de comunicação.
  • Adaptação de sinais.
  • Integração progressiva.

Um dos pontos fortes da arquitetura EMS/PMS é a possibilidade de incorporar camadas de controle e gestão energética sobre uma infraestrutura já operacional, integrando equipamentos existentes sem exigir sua substituição.

Saiba como a eficiência energética é medida e aprimorada.

Onde são geradas as economias operacionais

As economias não vêm de uma única mudança, mas da coordenação do sistema:

  • Eliminação de operações ineficientes.
  • Redução de partidas desnecessárias.
  • Otimização de carga.
  • Melhor aproveitamento do combustível.
  • Integração de múltiplas fontes.

Exemplos reais de aplicação

Arquitetura EMS/PMS em sistemas industriais: soluções de projeto e integração da Servintel
Na Servintel, o projeto de arquiteturas EMS/PMS é abordado a partir da integração de sistemas, combinando controle, monitoramento e gestão energética em aplicações industriais, navais e de geração distribuída.
O foco está em alcançar sistemas que respondam dinamicamente às condições reais de cada operação, proporcionando estabilidade, eficiência e controle energético. Isso permite estruturar arquiteturas onde a gestão energética e o controle elétrico se integram de forma coerente, facilitando a tomada de decisões operacionais e a adaptação do sistema frente a condições variáveis, próprias dos desafios específicos de cada operação.

Na Servintel, o projeto de arquiteturas EMS/PMS é abordado a partir da integração de sistemas, combinando controle, monitoramento e gestão energética em aplicações industriais, navais e de geração distribuída.

O foco está em alcançar sistemas que respondam dinamicamente às condições reais de cada operação, proporcionando estabilidade, eficiência e controle energético. Isso permite estruturar arquiteturas onde a gestão energética e o controle elétrico se integram de forma coerente, facilitando a tomada de decisões operacionais e a adaptação do sistema frente a condições variáveis, próprias dos desafios específicos de cada operação.

Em síntese

Para que serve uma arquitetura EMS/PMS na indústria?

Permite tomar decisões energéticas em tempo real, coordenando geração, consumo e condições operacionais dentro de um sistema industrial.

Quais problemas um sistema EMS/PMS resolve?

Resolve a falta de coordenação entre fontes de energia, a instabilidade do sistema e a ineficiência no uso dos recursos.

Que tipo de instalações requerem EMS/PMS?

Instalações com geração distribuída, múltiplas fontes de energia e demanda variável que necessitam de controle contínuo.

Qual é o impacto de um EMS/PMS na operação?

Impacta diretamente a eficiência operacional, permitindo um uso mais otimizado da energia e um melhor desempenho do sistema.

Sistema EMS/PMS industrial

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